O Museu da Imagem foi inaugurado pelo governo do então Estado da Guanabara, em 3 de setembro de 1965, como parte das comemorações do IV Centenário da cidade do Rio de Janeiro.
Primeiro museu audio-visual do país, o MIS foi instituído a partir da aquisição de importantes coleções ligadas à história da cidade do Rio de Janeiro e com o objeitvo básico de adquirir, preservar e expor ao público seu patrimônio.
A sede original do MIS, localizada à Praça Rui Barbosa, junto à Ladeira da Misericórdia, foi inicialmente projetada para abrigar o Pavilhão da Administração da Exposição Internacional de 1922, comemorativa do Centenário da Independência do Brasil. Este prédio mantém parte das coleções do museu, arquivado e distribuídos em várias seções.
Em 1989, foi criado mais um espaço para o MIS, na Lapa, atual sede administrativa do museu. e onde se encontra o importante acervo da Rádio Nacional.
EndereçoRua Visconde de Maranguape, 15
Lapa - Rio de Janeiro
CEP 20021-390
Entidade mantenedoraGoverno do Estado do Rio de Janeiro - Secretaria de Cultura
HorárioSegunda a Sexta, das 11 h às 17 h;
SubtipoArquivo , Museu
Área do Imóvel720m²
Fim da Construção1884
Uso InicialProibido fotografar ou filmar, Vedada a entrada de animais, Proibido sacolas e bolsas
TombamentoEstadual
Estado de ConservaçãoÓtimo
Estilo da ArquiteturaNeoclássico
Acesso a portadores de necessidades especiaisParcialmente Adaptado
Sinalização Geral de AcessoRuim
VisitaçãoInterna
Entrada
RegulamentosProibido fotografar ou filmar, Vedada a entrada de animais, Proibido sacolas e bolsas
Origem do ConsumidorLocais, Regionais, Nacionais
Mês de Maior FrequênciaSetembro
Número de Consumidores por Ano800
Duração da Visita1 h
Facilidades oferecidas ao ConsumidorCentro de recepção, Serviços de segurança, Catálogos / folhetos, Sinalização interna, Visitas guiadas agendadas, Venda de livros, Venda de lembranças, Recursos multimídia
Histórico do Imóvel1884 - As primeiras notícias sobre o prédio constam desta data nos arquivos do Sebrae; 1896 - O imóvel aparece em Almanaque como "Hotel dos Estados"; 1921- Foi ocupado pela Companhia Editora Americana até 1957; 1957- O imóvel foi vendido à prefeitura do então Distrito Federal e passou a abrigar estudantes até 1964, quando o governador Carlos Lacerda deu ordem para que o imóvel não abrigasse mais os estudantes, diante do conflito entre os hóspedes. Durante as décadas de 70 e 80, os estudantes do Projeto Rondon, em trânsito pelo Rio de Janeiro, hospedavam-se em suas instalações. 1975 - Com a fusão entre os Estados da Guanabara e do Rio de Janeiro, o imóvel passou a integrar o patrimônio do Estado do Rio de Janeiro sob a responsabilidade da Secretaria Estadual de Justiça. 1989 - Já extinto o Projeto Rondon, a Sec. Est. da Justiça cede o prédio, sem ônus e por tempo indeterminado à Fundação de Artes do Estado do Rio de Janeiro, que nela instala um de seus museus, o Museu da Imagem e do Som.
Descrição do uso AnteriorPor muitos anos serviu de abrigo para estudantes do Projeto Rondon em trânsito pelo Rio de Janeiro em virtude de suas instalações ainda se assemelharem a um hotel.
Histórico da InstituiçãoO Museu da Imagem e do Som foi inaugurado pelo Governo do então Estado da Guanabara em 3 de setembro de 1965, como parte das comemorações do IV Centenário da cidade do Rio de Janeiro. Primeiro museu audiovisual do País, o MIS foi instituído a partir da aquisição de importantes coleções ligadas à história da cidade do Rio de Janeiro e com o objetivo básico de adquirir, preservar e expor ao público o seu patrimônio. A sede original do MIS, localizada à Praça Rui Barbosa, junto a Ladeira da Misericórdia, foi inicialmente projetada para abrigar o Pavilhão da Administração da Exposição Internacional de 1922, comemorativa do Centenário da Independência do Brasil. Este prédio mantém parte das coleções do museu arquivadas e distribuídas em diversas seções. Em 1989 foi criado mais um espaço para o MIS, na Lapa, atual sede administrativa do museu, que abriga outra parte do acerco.
AcervoA Fitoca (depoimentos) e o arquivo da Rádio Nacional, com quase 39.000 discos, líder absoluta no país por mais de 20 anos, o acervo mostra a evolução do rádio através dos tempos, dos anos 30 aos anos 60. Gravações inéditas, roteiros de programas e orquestrações de Radamés Gnatalli, Guerra Peixe e outros. Uma das raridades da coleção é o primeiro rádio a pilha existente no Brasil, um presente americano de Carmem Miranda ao grande amigo, o radialista Almirante.
ProgramaçãoPesquisa do acervo musical