Teatro de Anônimo

O Teatro de Anônimo, fundado em 1986, dedica-se à pesquisa técnica e artística no que define de Teatro Popular Circense, com enfoque principal na arte da comicidade, nas técnicas de números aéreos e no universo teatral das festas populares.

EndereçoRua dos Arcos, 24

Lapa - Rio de Janeiro

CEP 20230-060

Entidade mantenedoraPrivado

NaturezaPrivada

SubtipoDança, Teatral, Folclórico, Circo

AtividadesCursos, Ações sociais, Apresentações / Exposições

CaracterísticaProfissional

O grupo possuiLocal para ensaios / exposições, Calendário de apresentações, Material de divulgação, Gravações ou publicações, Prêmios locais, Prêmios regionais, Prêmios nacionais, Prêmios internacionais

Ano de inauguração1986

Número de integrantes6

Local de ensaioFundição Progresso
dos Arcos da lapa, 24
Lapa - Rio de Janeiro
CEP 20230-060
Tel:   22402478

Regulamentos para visitaçãoPontualidade, Permitido fotos e filmes, Vedada a entrada de animais

HistóricoO Teatro de Anônimo, fundado em 1986, dedica-se à pesquisa técnica e artística no que define de Teatro Popular Circense, com enfoque principal na arte da comicidade, nas técnicas de números aéreos e no universo teatral das festas populares. Com os espetáculos e números, atingiram até hoje cerca de 1 milhão de espectadores entre Brasil, Espanha, Canadá, Itália, Suécia e Argentina.
Além do repertório de 8 espetáculos - Roda Saia Gira Vida (1994), In Conserto (1998), Caleidoscópio (1998), Tomara Que Não Chova (2001), Guardados (2003), Almas Berrantes (2004), Homem Bomba (2006) e Lar, Doce Lar (2006) - desenvolveram oficinas práticas com diferentes enfoques: O Jogo Como Técnica e Coisa de Palhaço, direcionadas para atores e artistas circenses, Circo-Teatro Atuação, oficina introdutória de circo-teatro para crianças e adolescentes, oficina permanente de Acrobacia Aérea e oficina de Gestão Cultural.
A atuação se dá através de uma dinâmica sistemática de apresentações de espetáculos e números, realização de temporadas, oficinas e participação em festivais. O Grupo é também responsável pela criação, produção e realização do evento Anjos do Picadeiro – Encontro Internacional de Palhaços que, em suas 5 edições, já reuniu mais de 250 grupos e artistas nacionais e internacionais.
O espaço na Fundição Progresso, se transformou em um teatro-cabaré, com capacidade para 150 pessoas, pronto para abrigar seminários, eventos artísticos e coorporativos, intercâmbios e não só todo o repertório de oficinas e espetáculos do grupo, mas também de outros grupos interessados em estabelecer parceria com o Teatro de Anônimo. Além do Espaço Teatro de Anônimo, juntamente com os grupos Pedras e Cordão do Boitatá, administram a Casa Mercado 45, sobrado de três andares na Rua do Mercado, adquirido em 1999. O espaço já abrigou vários projetos sendo palco de importantes debates sobre a arte de rua, bem como temporadas do Pedras, do Teatro Diadokai, da Leões de Circo e da Cia do Público sob o nome de Projeto Mercado 45.
Num outro projeto de igual importância, o Mercado do Riso, realizado em 2003, foi montado o circo Tomara Que Não Chova com três espetáculos em cartaz: O Pregoeiro, de Márcio Libar, Tomara que não chova, do nosso repertório, e Os Cenouras, do grupo Valdevinos de Oliveira.
A Casa Mercado 45 funciona também como sede da CASA Cooperativa de Artistas Autônomos.
No campo da educação para o desenvolvimento, um número incalculável de jovens participou de nossas oficinas de circo, de teatro, de comicidade popular e de produção, seja em projetos realizados pelo Anônimo, ou nas quais o grupo participou como convidado, como é o caso do projeto Circo do Mundo, realizado em 1997 e 98, em parceria com Afro Reggae, Se Essa Rua Fosse Minha, FASE e Cirque du Soleil, cujo resultado maior foi a implantação do Núcleo de Circo do Morro do Cantagalo, coordenado pelo Afro Reggae.
Como desdobramento do projeto Circo do Mundo, o Anônimo realizou ainda o projeto Salto Vital transformando jovens alunos da ONG Se Essa Rua Fosse Minha em instrutores, educadores, técnicos de montagens de circo e de teatro e ainda em artistas internacionais como é o caso do Nego da Bahia com seu espetáculo MCirco, criado e dirigido por Márcio Libar.
A ação social do grupo se traduz também em mais um projeto desenvolvido com a CASA, o Território Cultural, que surgiu da necessidade de fortalecer trabalhos desenvolvidos por organizações da sociedade civil que tem a cultura como instrumento de inclusão social.


EstiloA atuação se dá através de uma dinâmica sistemática de apresentações de espetáculos e números, realização de temporadas, oficinas e participação em festivais.
No área da educação para o desenvolvimento, um número incalculável de jovens participou de nossas oficinas de circo, de teatro, de comicidade popular e de produção, seja em projetos realizados pelo Anônimo, ou nas quais o grupo participou como convidado.

 

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