O grupo existe desde 1986 quando começou o projeto de multiplicadores de Teatro do Oprimido, na época com trinta e cinco animadores culturais, e desde então, capacita multiplicadores.
Sob a direção artística de Augusto Boal, o grupo usando a metodologia do Teatro do Oprimido, estimula a participação ativa e protagônica das camadas oprimidas da sociedade, visando a transformação da realidade a partir do diálogo e através de meios estéticos.
Nos laboratórios e seminários são elaborados e produzidos projetos socioculturais, espetáculos teatrais e produtos artísticos, tendo como alicerce a estática do oprimido.
EndereçoAvenida Mem de Sá, 31
Lapa - Rio de Janeiro
CEP 20230-150
Entidade mantenedoraApoiadores/Parceiros
NaturezaAssociação ou ONG local / nacional
SubtipoTeatral, Étnico
AtividadesCursos, Ações sociais, Apresentações / Exposições
CaracterísticaProfissional
O grupo possuiLocal para ensaios / exposições, Material de divulgação, Prêmios locais, Prêmios regionais, Prêmios nacionais, Prêmios internacionais
Ano de inauguração1986
Número de integrantesvariado
Entrada
Local de ensaioCentro de Teatro do Oprimido
Mem de Sá, 31
Lapa - Rio de Janeiro
CEP 20230-150
Tel: 22325826
Regulamentos para visitaçãoPontualidade, Proibido fotografar ou filmar, Vedada a entrada de animais
Apresentações por anovariado
Mês de maior frequênciaMarço
HistóricoO grupo existe desde 1986. Começou com o projeto para formação de Multiplicadores de Teatro do Oprimido, com a participação de trinta e cinco animadores culturais provenientes de diversos pontos do Estado do RJ, e desde então, capacita multiplicadores em diversas cidades.
Em 1990 e 1991, participou do evento "Terra e Democracia" organizado pelo IBASE, presidido na época pelo sociólogo Betinho, com a coordenação do projeto "Planeta Humano" dirigido por Augusto Boal, onde foram apresentadas peças de Teatro-Fórum com grupos populares.
Em um intercâmbio Brasil/Alemanha, em 1992, nos 500 anos de Colonização da América, foram realizadas oficinas e apresentações em algumas cidades alemãs.
No ano de 1993 produziu em parceria com o Centro Cultural Banco do Brasil o 7º Festival Internacional de Teatro do Oprimido. E em 1997 participou com um espetáculo musical, uma peça de teatro-imagem, e um teatro-fórum do 8º Festival Internacional de Teatro do Oprimido. Em 1998, participou do Festival Internacional de Teatro Experimental do Cairo, e em 2000 do Festival de Teatro de Presidente Prudente - SP.
Durante toda trajetória do grupo, muitos outros projetos foram desenvolvidos como o "Mãos à Arte" de 1998, de capacitação de equipe técnica de artes cênicas. O " Saúde em Cena" de 2001/2002 de discussão sobre a prevenção às DST/HIV/AIDS. Em 2003, o "Mudança de Cena", de capacitação para funcionários do sistema prisional de jovens visando à implantação de Teatro do Oprimido dentro das unidades. O "Encenando Direitos Humanos", também em 2003, onde através de um teatro-fórum várias apresentações promoveram a discussão pública sobre os direitos humanos.
No período 2003/2004, 127 apresentações foram realizadas como parte do projeto "Jovem Comunica e Entra em Cena" com intuito de estimular os jovens a elaborarem propostas ao Legislativo para os problemas socais.
O "Gato no Alto", em 2004, era voltado para produção de atividades culturais.
Além desses, muitos outros projetos foram realizados para formação de grupos de Teatro do Oprimido em diversas cidades brasileiras em grupos sociais como MST, comunidade homossexual, entre outros. Sempre com o objetivo de formação e capacitação de multiplicadores.
Desde 1996, quando o CTO passou a figurar como pessoa jurídica, tornou-se a única organização teatral da América Latina apta a receber bolsistas da UNESCO.
Atualmente, numa parceria entre o CTO-Rio e o Ministério da Cultura, iniciado em 2006, vem-se desenvolvendo o projeto "Teatro do Oprimido de Ponto a Ponto" que visa democratizar o acesso a esse método (Metodologia do Teatro do Oprimido) que pode contribuir decisivamente para o fortalecimento, diversificação e ampliação do raio de ação dos pontos de cultura.
EstiloÉ um grupo de teatro que pesquisa e difunde inovadoras técnicas teatrais que visam à democratização dos meios de produção cultural como forma de expansão intelectual de seus participantes, e a ativação e o fortalecimento da cidadania. Implanta projetos que estimulam a participação ativa e protagônica das camadas oprimidas da sociedade, e visam à transformação da realidade a partir do diálogo através de meios estéticos. Nos laboratórios e seminários são elaborados e produzidos projetos socioculturais, espetáculos teatrais e produtos artísticos, tendo como alicerce a estética do oprimido.
Próximas apresentaçõesDia Nacional do Teatro dos Oprimidos - 16 de março - Aniversário de Augusto Boal.