No local nde hoje encontra-se o belo prédio sede do Automóvel Clube do Brasil, havia uma residência projetada pelo arquiteto Araújo Porto Alegre e que serviu de moradia para o Barão de Barbacena.
Em 1845, a propriedade foi alugado para o recém criado Cassino Fluminense, um dos mais importantes salões baile da capital imperial. Durante o período de 1854 à 1860 foi alvo de grande reforma ou total reconstrução sob o comando do arquiteto Luis Hoxse. A reforma transformou-o num prédio de dois pavimentos com linhas neoclássicas e interior luxuoso, na qual se destacava o salão de baile. Tanto os espaços principais, quanto a fachada datam dessa reforma.
Em 1890, com a convocação da Assembléia Constituinte Republicana, abrigou o Congresso Nacional. E a partir de 1900, o imóvel passa a abrigar o Clube dos Diários, composto por alguns proprietários de automóveis da cidade. Em 1910 o clube adquire o imóvel, e inicia-se nova reforma sob o traço de Joseph Gire, responsável pelo projeto da port-couche metálica na portaria principal e pela ornamentação de estilo eclético.
Em 1924, o Clube dos Diários se funde com o Automóvel Clube do Brasil.
O imóvel foi tombado a nível estadual em 1965, pelo INEPAC.
E sua última ocupação, foi feita pelo Bingo Imperial. Hoje, o imóvel encontra-se fechado.
EndereçoRua Passeio, 90
Lapa - Rio de Janeiro
CEP 20021-090
Entidade mantenedoraPrivado
NaturezaPrivada
HorárioEncontra-se fechado no momento.
SubtipoArquitetura civil
ImportânciaImportância histórica
PossuiAzulejaria
área do imóvel3500m²
Ano do fim da construção1860
Uso inicialAbrigou a Sociedade de Baile Cassino Fluminense
TombamentoEstadual
ConservaçãoRuim
Estilo de arquiteturaNeoclássico
Acesso a portadores de necessidades especiaisNão adaptado
Sinalização geral de acessoRegular
Transporte públicoBom
HistóricoNo local onde hoje encontra-se o belo prédio sede do Automóvel Clube do Brasil, havia uma residência (1839) projetada pelo arquiteto Araújo Porto Alegre e que serviu de moradia para o Marquês de Barbacena. Em 1845, a propriedade foi alugado para o recém criado Cassino Fluminense, um dos mais importantes salões baile da capital imperial, e palco dos principais bailes da corte. Dado o sucesso do cassino, em 1854, fez-se necessário a compra do imóvel. E durante o período de 1854 à 1860 foi alvo de grande reforma ou total reconstrução sob o comando do arquiteto Luis Hoxse. A reforma transformou-o num prédio de dois pavimentos com linhas neoclássicas e interior luxuoso, na qual se destacava o salão de baile. Tanto os espaços principais, quanto a fachada datam dessa reforma. Em 1890, com a convocação da Assembléia Constituinte Republicana, levaram o Congresso a se instalar no Casino. E a partir de 1900, o imóvel passa a abrigar o Clube dos Diários, composto por alguns proprietários de automóveis da cidade. Em 1910 o clube adquire o imóvel, e quando inicia-se nova reforma sob o traço de Joseph Gire, responsável pelo projeto da port-couche metálica na portaria principal e pela ornamentação de estilo eclético. Em 1924, o Clube dos Diários se funde com o Automóvel Clube do Brasil. Durante o ano de 1964, manteve sua função de espaço de lazer e serviu ainda como ponto de encontro de políticos e base para comícios como o de João Goulart durante um baile militar, em 30 de março que funcionou como estopim do golpe militar. O imóvel foi tombado a nível estadual em 1965, pelo INEPAC. Mais recentemente foi ocupado pelo Bingo Imperial, e hoje, o imóvel encontra-se fechado.
Descrição do uso anteriorFuncionava o Cassino Imperial.
Descrição do uso atualEncontra-se fechado